sábado, 21 de dezembro de 2013
domingo, 22 de setembro de 2013
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sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Noticiário do Exército no Painel do Coronel Paim
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- Noticiário do Exército Reservistas da "Classe de 1935" O jornal Noticiário do Exército, de 24 de agosto de 1994, apresentou ...
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- O Exército, por meio de seu Departamento de Educação e Cultura e a Escola de Saúde (EsSEx), abre inscrição para curso de formação de sargentos de saúde.
- Leia sobre Cadete Do Exercito Morre no Notícia HojeÚltimas notícias de política, acidentes, crimes, escandalos. Aqui a notícia acontece hoje!
- Serviço público Forças Armadas do Brasil: treinados, armados e mal pagos Os mais de 339 000 homens da Marinha, do Exército e da Aeronáutica viram seus salários ...
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quinta-feira, 8 de agosto de 2013
quarta-feira, 22 de maio de 2013
J O R N A L D O S E S T A D O S
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(Edson Nogueira Paim escreveu
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Empossado na presidência do PDT em MS, Schimidt prega eleições limpas
Vinícius Squinelo
Luiz Alberto
Autoridades prestigiaram a posse do presidente do PDT regional
João Leite Schimidt retornou oficialmente à presidência regional do PDT na noite desta terça-feira (30), em evento em Campo Grande, e já foi assediado por dirigentes de outros partidos, de olho nas eleições 2014.
Ninguém falava abertamente do assunto, mas representantes e parlamentares do PT, PMDB, PSDB e PP – somente para citar alguns – trocaram afagos com Schimidt. Todos destacaram a “qualidade aglutinadora” do dirigente pedetista, mas se negaram confirmar que estavam tratando das próximas eleições. “2014 é só em 2014”, foi a frase mais ouvida no evento, realizado no Grand Park Hotel, na Capital.
A posse de Schimidt, que retorna ao cargo de presidente regional do PDT, foi realizada pelo ministro do Trabalho e Emprego, e Secretário-Geral do PDT nacional, Manoel Dias. “É um representante que vai retomar o partido na direção certa”, afirmou, em discurso.
O prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), foi outro a enaltecer o dirigente pedetista. “É um homem que esperamos o fazer uma política de renovação em conceitos, de compromisso”, discursou.
“Acredito que a volta de Schimidt neste momento, com sua sabedoria e experiência, e com idéias novas, é justamente o que trabalhamos para ter um Brasil mais justo”, afirmou a professora universitária e advogada Tatiana Ujacow.
Força
Em discurso, Schimidt afirmou que encontrou um PDT organizado em Mato Grosso do Sul, e que tem um projeto para o estado.
Segundo o presidente regional do PDT, o partido vai batalhar por uma eleição mais limpa. “Ainda se compra voto, e ainda se compra eleição”, alertou.
Schimidt ainda lembrou Leonel Brizola, ao comentar sobre a idade avançada e a recomendação da família e amigos de se manter longe da política. “Brizola dizia: sou que nem cavalo de corrida, tem que morrer na cancha”.
O dirigente ainda garantiu que se pautará pela credibilidade, e pelo objetivo maior do bem estar dos brasileiros.
terça-feira, 12 de março de 2013
Schimidt diz que PDT ‘não é clube privativo’ e planeja candidatura ao governo
Fonte: MCS - www.midiamax.com - Lidiane Kober | 11 de março de 2013
Com volta prevista para o fim de abril, o ex-deputado João Leite Schimidt promete devolver à democracia na condução do PDT de Mato Grosso do Sul e filiar novas lideranças a fim de preparar o partido para concorrer ao Governo do Estado e à vaga de senador nas eleições de 2014.
“O PDT é um partido político, não é um clube privativo, então, vai voltar a ser um partido onde todos têm direito a tudo”, avisou Schimidt em entrevista por telefone ao Midiamax. Ao mesmo tempo, a primeira missão será fortalecer a legenda.
“Todo partido político tem que ter candidato a governador, a senador, a deputado federal, a deputado estadual, isso só ocorre de quatro em quatro anos, então, o partido não pode de antemão começar a dizer que não tem candidato a governador, candidato a senador”, disse.
“Estamos conversando com muita gente que tem pretensões de se filiar e ir para a disputa. Vamos tornar o PDT um partido político ativo”, completou. Segundo ele, “tem umas três ou quatro lideranças que, com o meu retorno virão, e com a disposição de concorrer ao governo ou ao Senado”.
Firme no projeto de candidatura própria, Schimidt foi ainda mais longe ao imaginar PT e PMDB apoiando o PDT ao governo. “Primeiro nós temos que construir o partido, deixar o partido habilitado para disputar as eleições, depois, se o PMDB quiser nos apoiar, nós aceitamos de bom grado, se o PT, a quem nós já ajudamos muito quiser nos apoiar, nós também vamos aceitar de bom grado”, comentou.
Schimidt deixou o PDT no ano passado por desaprovar “conjunturas e acontecimentos” nas eleições municipais. Agora, planeja seu retorno para o fim de abril, um mês depois das eleições internas em nível federal.
“Larguei porque eu tinha um projeto mais para a zona rural, como estou mexendo, e acho que política tem que ter renovação, acho que o chavismo só fica bem na Venezuela. Campo Grande deu um belíssimo recado, que o eleitor não tem dono, então com todas essas modificações que estou observando no povo e também nos militantes do PDT, que ainda acham que posso prestar um serviço, comecei a reavaliar”, disse.
A volta de Schimidt ocorreu graças ao pedido de licença do ex-deputado federal Dagoberto Nogueira da presidência do partido. Até sua posse, o deputado estadual Felipe Orro, então vice-presidente, ficará no comando da sigla.
“O PDT é um partido político, não é um clube privativo, então, vai voltar a ser um partido onde todos têm direito a tudo”, avisou Schimidt em entrevista por telefone ao Midiamax. Ao mesmo tempo, a primeira missão será fortalecer a legenda.
“Todo partido político tem que ter candidato a governador, a senador, a deputado federal, a deputado estadual, isso só ocorre de quatro em quatro anos, então, o partido não pode de antemão começar a dizer que não tem candidato a governador, candidato a senador”, disse.
“Estamos conversando com muita gente que tem pretensões de se filiar e ir para a disputa. Vamos tornar o PDT um partido político ativo”, completou. Segundo ele, “tem umas três ou quatro lideranças que, com o meu retorno virão, e com a disposição de concorrer ao governo ou ao Senado”.
Firme no projeto de candidatura própria, Schimidt foi ainda mais longe ao imaginar PT e PMDB apoiando o PDT ao governo. “Primeiro nós temos que construir o partido, deixar o partido habilitado para disputar as eleições, depois, se o PMDB quiser nos apoiar, nós aceitamos de bom grado, se o PT, a quem nós já ajudamos muito quiser nos apoiar, nós também vamos aceitar de bom grado”, comentou.
Schimidt deixou o PDT no ano passado por desaprovar “conjunturas e acontecimentos” nas eleições municipais. Agora, planeja seu retorno para o fim de abril, um mês depois das eleições internas em nível federal.
“Larguei porque eu tinha um projeto mais para a zona rural, como estou mexendo, e acho que política tem que ter renovação, acho que o chavismo só fica bem na Venezuela. Campo Grande deu um belíssimo recado, que o eleitor não tem dono, então com todas essas modificações que estou observando no povo e também nos militantes do PDT, que ainda acham que posso prestar um serviço, comecei a reavaliar”, disse.
A volta de Schimidt ocorreu graças ao pedido de licença do ex-deputado federal Dagoberto Nogueira da presidência do partido. Até sua posse, o deputado estadual Felipe Orro, então vice-presidente, ficará no comando da sigla.
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