segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Brasileirão
SAN
 
11
 
CAP
Placar favorece Flamengo, líder do campeonato.

Foto: (Gabriel dos Santos/Globo Esporte)


Brasileirão
CRU
 
14
 
GRE

Foto: (Reprodução)

domingo, 8 de setembro de 2019



Brasileirão
GOI

12

PAL
Gustavo Scarpa marcou o gol da vitória.

Foto: (Reprodução/TV Globo)


 AVA
 
03

FLA
Time carioca marcou três gols contra catarinenses no Mané Garrincha

Foto: (Reprodução/TV Globo)




 
 INT
 
10
 
SAO
Rafael Sóbis fez de pênalti o único gol do jogo.

Foto: (Divulgação/Sport Club Internacional)

SÁBADO, 7 DE SETEMBRO DE 2019

Brasileirão
VAS
 
02
 
BAH
Tricolor está na zona da Libertadores, e Cruz-Maltino sofre segunda derrota seguida.

sábado, 7 de setembro de 2019

Brasileirão
VAS
02
BAH
Tricolor está na zona da Libertadores, e Cruz-Maltino sofre segunda derrota seguida.

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

A última batalha do Analista de Taunay
José Pedro Frazão*

Convidado a prefaciar a coletânea de crônicas do renomado "Analista de Toné" – pseudônimo do advogado e escritor aquidauanense e taunayense (“toneense”) Ney Rodrigues de Almeida –, intitulado Miúlo, assombro-me com a triste notícia do passamento do ilustre autor, que se despediu do plano terrestre na madrugada de 26 de agosto de 2019, em Campo Grande, deixando órfão e no prelo esse último livro. E por assim tombar ao término do Dia do Soldado, reporto-me à coincidência histórica aludindo ao seu tetravô Capitão Pisaflores (Zeferino Rodrigues de Almeida), herói da Guerra do Paraguai e partícipe da Retirada da Laguna, episódio bélico ocorrido nesta região pantaneira que assinala o trágico itinerário Laguna (Paraguai) - Porto Canuto (Anastácio), antigo território da Vila de Miranda.
Por ser descendente direto de Pisaflores, aquele que, segundo Taunay, foi o primeiro a atravessar o Rio Apa e de espada em punho pisar o solo paraguaio na invasão da Laguna, Ney foi efusivamente laureado em 2011 pela Câmara Municipal de Anastácio com a altíssima Comenda Visconde de Taunay, da qual tivemos a honra de ser o idealizador.
Não me valho da hermenêutica nem da sedutora sinestesia dos especialistas para explicar a essência literária, política e forense da obra do "Analista de Toné". Apenas testemunho, como privilegiado leitor, que esses textos reunidos trazem em seu âmago o fascínio que encantará os futuros candidatos à prazerosa leitura, caso esse livro seja publicado, destarte, em edição póstuma. Ressalto com proeminência a intimidade discursiva do conteúdo e do fenômeno linguístico da criação lexical (neologismo) que marca as crônicas do "Analista de Toné", escritas em um certo vernáculo “toneguês”, recheado de expressões “malocadas” pelo autor.
Quando Oscar Wilde diz que a finalidade do artista é criar coisas belas e que “todos sabem fazer história – mas só os grandes sabem escrevê-la”, obedecem-lhe os gigantes Machado, Rosa e Drummond e, ainda, cronistas consagrados, como Rubem Braga, Luís Veríssimo, Fernando Sabino, Clarice Lispector, entre outros ícones do gênero. Nesse sentido, pode-se dizer, com singular proporcionalidade, que a boa arte também emana da satírica pena do "Analista de Toné", que torna fantástico o cotidiano político das aldeias aquidauanenses, no Distrito de Taunay e entorno, demonstrando que o bom escritor nem sempre é aquele que inventa e escreve histórias, mas o que sabe dar vida àquelas por ele inventadas ou aprendidas.
Nos anos 90, quando a verve do Analista batia de tacape nos cocás políticos da cidade “Princesa do Sul”, engravidando de risos e reflexões a coluna semanal que ele assinava no jornal O Pantaneiro, logo se viam em pé-de-guerra os caboclos políticos das aldeias e da cidade.  Sempre armada de humor e ironia – nos intervalos da lida forense – a caneta do advogado Ney Rodrigues se pintava para a divertida guerra. A dança das palavras seguia o rufar alegre dos tambores terenas, anunciando os acontecimentos da política local, com uma fantasiosa cortina de fumaça cômica desnudando a realidade. A cada crônica lançada no periódico aquidauanense, bradavam, de arco em punho, caciques tribais e citadinos, todos mirando a pena engenhosa do astucioso escritor.
A flecha mordaz do cronista, porém, atinge mais o sistema que as pessoas, porque ele se mostra, na verdade, um apaixonado guerreiro defensor da sua terra, do seu povo e da cultura indígena, mesmo tratando a todos com irreverência. Prova disso é o saudoso personagem prefeito Tico Ribeiro (ídolo e alvo preferido do advogado escritor), que o reconhecia como um artista e não como um crítico qualquer, pois o arguto alcaide sabia que só os maus políticos odeiam a arte, por ela ser um poder que eles não conseguem dominar.
Concluía o meu prefácio para ver ressurgir em terras de Taunay o seu principal Analista, reverenciando mais uma vez a sua aldeia, com antigas e novas crônicas reunidas com o misterioso título de Miúlo, para fulgurar na história literária de Aquidauana e de Mato Grosso do Sul. Mas ninguém sabia que o destino preparava a última batalha para o tetraneto de Pisaflores. Agora, o que resta para a cultura, envolta na boa lembrança desse grande homem e escritor Ney Rodrigues de Almeida, é a sua prosa jornalístico-literária, conservada na hibridez de sua arte que se perfila em transcendental pajelança com muitos caciques da literatura regional, tais como Lobivar Mattos, Manoel de Barros, Ulisses Serra e Hélio Serejo.
Que os céus de Aquidauana e do Olimpo Pantaneiro se iluminem de risos com a chegada do nosso querido Analista de Toné e de sua prosa imortal.
José Pedro Frazão
Academia Sul-Mato-Grossense de Letras

domingo, 1 de setembro de 2019

Isidoro Benitez, o homem mais idoso de Anastácio (MS) encerrou sua missão terrena aos 103 de idade



                                      Por José Pedro Frazão 

Isidoro Benitez, o homem mais velho de Anastácio, morre aos 103 anos


Chefe da tradicional família Benitez, de Anastácio, o Sr. Isidoro Benitez encerrou sua missão terrena aos 103 de idade, nesta sexta-feira, 30 de agosto, no Hospital da Cidade de Aquidauana. Apesar do bom estado de saúde com que mantinha invejável longevidade, foi acometido de infecção urinária, que o debilitou e o enfraqueceu abruptamente.
Antigo morador da Vila Afonso Paim, seu Isidoro nasceu em 01/01/1916 em Miranda-MS e já era militar antigo quando foi dispensado por excesso de contingente na composição da tropa brasileira convocada para a Segunda Guerra Mundial.
Isidoro deixa muitos netos e 4 filhos: Alcione, Maria, Aymoré "Lete" e o caçula "Tite" (jogador veterano, ex-artilheiro do profissional Aquidauanense). Muito querido e admirado, ele gostava de prosear com os amigos e parentes, contando-lhes sobre os tempos diferentes que vivenciou na boa travessia rumo ao seu centenário, que ultrapassou e agora se despede deixando saudades e um bom exemplo de vida.


(Esta matéria está sendo trasnscrita no Blog "Matogrosso do Sul Notícias" e em cada um  dos 79 Blogs correspondentes à totalidade dos Municípios Sui-Maato-Grossenses) 

NOTA DO BLOGUEIRO: Isidoro Benitez passa a ter seu nome inscrito na galeria de Centenários famosos do Brasil e do Mundo. CONFIRA!  


Vidas Centenárias (Blog N. 234 do Painel do Coronel Paim) - Parceria: Jornal O Porta-Voz


https://vidascentenarias.blogspot.com/